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Aplicação de película de proteção de pintura sobre o capô de um carro, no estúdio da toki.

Estética e proteção automotiva

O risco bate na película.Não no seu carro.

Película de proteção de pintura (PPF) em Campina Grande, nos formatos Essencial, Frontal, Full e Color sob encomenda. Um carro por vez, com a pintura medida antes de qualquer corte. E a vistoria é gratuita: a gente vai até você.

Sem compromisso. Aqui você não entrega a chave no escuro.

Prancha 00PPF · Campina Grande — PBAplicação de película de proteção sobre o capô, no estúdio.

A estrada cobra em pedra. O estacionamento, em porta alheia.

O pedrisco que o caminhão da frente levanta, a porta do vizinho no canto, a unha na maçaneta, o sapato na soleira. Nenhum deles avisa antes.

A diferença entre um susto e um prejuízo é a profundidade. Marca que fica no verniz se recupera com polimento, quando a medição autoriza. Impacto que atravessa o verniz não volta com polimento nenhum — dali em diante a conversa é repintura, e a sua pintura deixa de ser a de fábrica.

Ilustração de um pedrisco atingindo a película de proteção, que absorve o impacto acima da pintura escura.
Fig. 01 Ilustração: o impacto acontece na película. A energia se espalha nela, e a pintura por baixo não recebe o golpe.

O que muda no dia seguinte.

A película não deixa o mundo de fora. Ela muda o lugar onde o mundo bate.

  • O susto deixa de ser prejuízo.

    A pedra que hoje lasca o verniz passa a bater numa camada que cede e volta ao lugar. Risco na película não é risco no seu carro: película se troca, pintura de fábrica não.

  • Os riscos finos somem sozinhos.

    A camada de cima é autorregenerativa: marcas rasas de lavagem e risco de unha relaxam com o calor do sol e desaparecem. Corte fundo não regenera, e essa diferença você ouve daqui, antes, não descobre depois.

  • A pintura original chega inteira na revenda.

    O filme envelhece no lugar do verniz. Quem olhar o carro daqui a alguns anos encontra a pintura de fábrica embaixo, e num carro que se cuida isso não é detalhe.

Uma lâmina de poliuretano entre o mundo e a sua pintura.

Cerca de 200 mícrons de poliuretano transparente, aplicados sobre a pintura de fábrica — sem trocar a cor, sem tocar no verniz.

Marca rasa some com calor: a camada de cima se refaz sozinha. Corte fundo fica, mas fica na película — o trecho se troca, e a pintura original aparece intacta por baixo. É isso que se compra aqui: o direito de levar o susto no lugar certo.

Vista explodida das camadas do PPF separadas acima do capô escuro de um carro.

01camada superior autorregenerativa

02poliuretano · ~200 mícrons

03pintura original

Fig. 03 · ilustraçãocamada superior autorregenerativapoliuretano · ~200 mícronspintura original

O que a película não protege

  • Colisão e amassado: a chapa por baixo dela continua sendo chapa.
  • Corte profundo e vandalismo.
  • Mancha química que cozinhou dias no sol.
  • Pintura que já estava marcada antes. O filme é transparente: ele trava o que está embaixo, não esconde. É por isso que, quando a medição autoriza, a correção vem antes do primeiro corte.

Quatro camadas, quatro problemas diferentes.

Cera, selante, vitrificação e película não competem entre si: cada uma resolve um problema. Saber qual é o seu problema é o que evita pagar pela camada errada.

O que ataca a pintura

Cera

Brilho e uma camada fina de sacrifício contra sol e poeira. É manutenção estética, e é assim que ela se paga.

Onde para No calor. A cera derrete e vai embora em quatro a oito semanas, e no sol daqui a conta tende para o piso da faixa.

Selante

A mesma ideia, com polímero no lugar da cera natural: prende mais firme na superfície e dura de quatro a seis meses.

Onde para Na química forte. Continua sendo um filme fino sobre o verniz, não uma barreira.

Vitrificação

Uma rede de sílica que se liga ao verniz e muda a rotina do carro: a sujeira não ancora, a água escorre em vez de secar em mancha, e o ataque do sol, da seiva e do pássaro para na camada de cima. Com manutenção, de dois a cinco anos na prática.

Onde para No impacto. Nenhuma camada química tem espessura para segurar pedra: o que ela protege é da sujeira e do sol, não do golpe.

Película

Cerca de 200 mícrons de poliuretano sobre a pintura de fábrica. É a única das quatro que resolve impacto: em vez de concentrar a pancada num ponto, o filme deforma e espalha a energia por uma área maior. E a camada de cima regenera marca rasa com o calor.

Onde para Na colisão, no corte fundo e na mancha que cozinhou dias no sol. A lista inteira está na prancha 03, e ela não muda de página para página.

A pergunta certa não é qual é a melhor, é o que ataca o seu carro. Se ele dorme na garagem e o que incomoda é sujeira e brilho, a vitrificação resolve, e é isso que você vai ouvir na vistoria. Se ele pega estrada, a conta muda. O arranjo mais comum aqui junta as duas: película na frente, onde o impacto acontece, vitrificação no resto do carro.

Qual é o seu caso sai da medição, não do balcão.

Quatro formatos. O seu carro pede um deles.

Cada um cobre uma parte diferente do carro, pelas peças, sem selo de melhor escolha. O certo para o seu caso se define na vistoria.

Combinações típicas

  • Chegou de concessionária — Frontal + Essencial
  • Colecionável — Full
  • Uso diário intenso — Essencial

O certo para o seu caso se define na vistoria.

Formato F

PPF Frontal

Onde a estrada bate.

  • parachoque
  • capô inteiro
  • paralamas
  • retrovisores
  • faróis

A frente inteira.

É a metade do carro que recebe tudo primeiro: o pedrisco que o caminhão da frente levanta, o inseto que seca na tinta, a areia do acostamento. Nenhum deles avisa antes, e nenhum deles escolhe o carro. Com a película, o impacto acontece nela — a pintura de fábrica segue por baixo.

Capô inteiro, nunca meio capô: a linha de corte no meio do painel aparece com semanas de uso, e isso não é padrão de estúdio.

Para quemQuem roda em rodovia toda semana, e quem acabou de sair da concessionária.

A frente de um carro escuro na rodovia, com o pedrisco do acostamento levantando à luz do fim de tarde.
Prancha 05·F A cena que o Frontal protege — imagem de demonstração.

Formato E

PPF Essencial

As zonas que marcam primeiro.

  • cantos e bordas de porta
  • conchas de maçaneta
  • soleiras das portas
  • soleira da mala
  • colunas piano black

Cinco zonas de ataque.

São as zonas que apanham todo dia sem ninguém reparar: a unha na maçaneta, o sapato na soleira, a porta do vizinho no canto. Quando você repara, já está marcado — e piano black riscado é a marca que mais aparece num carro escuro. Este é o formato que a gente aplica na sua garagem, em cerca de duas horas, conforme o carro — sem ele sair de casa. O prazo exato vai no plano.

Para quemUso diário intenso, garagem apertada, carro escuro com muito piano black.

Porta branca aberta encostando na lateral de um carro escuro, num estacionamento coberto.
Prancha 05·E A porta alheia na borda: a cena que o Essencial protege — imagem de demonstração.

Formato U

PPF Full

Toda a lataria pintada.

Acabamento gloss ou fosco.

Cobertura completa, peça por peça. É o formato de quem não quer administrar exceção nenhuma — nem qual metade do carro está protegida, nem qual risco importa. O acabamento fosco muda a aparência sem tocar na pintura de fábrica.

E às vezes o Full não faz sentido para o seu caso. Você vai ouvir isso de nós, na vistoria.

Para quemCarro especial, colecionável, ou o que simplesmente não pode marcar.

Carro claro parado no estúdio escuro, sob as barras de luz de inspeção, visto de três quartos.
Prancha 05·U O carro inteiro, peça por peça — imagem de demonstração.

A vistoria vai até você.

Você não precisa levar o carro a lugar nenhum para saber o que ele precisa. A vistoria é gratuita e acontece onde o carro está: a medição da pintura em mícrons é feita na sua frente, e o plano com o valor exato sai por escrito ali mesmo. Fechar ou não fechar, depois, é decisão sua.

No Essencial, a aplicação também é em casa: cerca de duas horas, conforme o carro, na sua garagem.

Lateral de um carro cinza com poeira e riscos finos aparecendo na luz do dia, na rua.
Prancha 06 A lateral marcada, onde o carro passa o dia. A vistoria vai até ele.

O filme que entra no seu carro tem nome.

Trabalhamos com duas linhas da ClearPRO. Você escolhe sabendo qual é — e qual entrou fica escrito no seu dossiê, com o certificado de garantia junto.

O fabricanteAs duas linhas saem da mesma casa e dividem o mesmo topcoat. O que muda entre elas é o comportamento, e é a peça do carro que decide qual vai nela.

Para curva composta

ClearPRO Ultra

Ver a ficha técnica
  • Espessura 7,5 mil (cerca de 190 mícrons) · Plus 8,5 mil (cerca de 216 mícrons)
  • Alongamento na ruptura 450%
  • Ângulo hidrofóbico 108°
  • Resistência à tração 25 MPa

É a linha que estica mais — e filme que estica é filme que contorna a curva do paralama sem tensão guardada na emenda. Também é a que repele mais água.

Para superfície grande e exposta

ClearPRO HydroElite

Ver a ficha técnica
  • Espessura 7,5 mil (cerca de 190 mícrons) · Plus 8,5 mil (cerca de 216 mícrons)
  • Alongamento na ruptura 310%
  • Ângulo hidrofóbico 95°
  • Resistência à tração 32 MPa

O mesmo topcoat Polyoptico™ da linha de cima e, na ficha, ela puxa mais tração que a Ultra. É onde a conta fecha para a maior parte dos carros.

A letra miúda, dita por nós

Os valores acima são os nominais da ficha técnica do fabricante (ClearPRO, brochura de produto v2.3, 2026) — as duas linhas passam nos mesmos ensaios de envelhecimento UV, resistência química e impacto. Sobre garantia: existe mais de uma, e elas não se confundem. Uma é do fabricante do filme; a outra é da aplicação, nossa. Qual vale para o seu carro depende da linha, do formato e do uso — e é a vistoria que define. Sai por escrito no plano, antes de você decidir. Prazo de catálogo que não assinamos não entra nesta página.

Qual linha, em quais peças, com qual garantia: por escrito, antes de começar.

Não colamos nada sem saber o que está embaixo.

Antes de qualquer corte, a espessura da sua pintura é medida em mícrons, na sua frente.

A medição diz se aquela peça é original ou já foi repintada, e se há verniz suficiente para uma correção antes da película. E isso decide muita coisa: película aplicada sobre pintura castigada guarda o defeito por baixo, e aplicada sobre repintura mal curada pode não aderir como deveria. Quem não mede, descobre depois — com o carro já cortado.

O preço não muda conforme a cara do cliente. Muda conforme a medição.

Mão com luva apoiando o medidor de espessura sobre o capô preto, com a oficina ao fundo.
Prancha 08 O medidor apoiado no capô: a espessura do verniz antes de qualquer serviço.

As decisões que você não vê, e o porquê de cada uma.

Estão todas aqui, escritas. E todas de novo no seu plano, antes de você dizer sim.

corte
O padrão do seu modelo é cortado em plotter, fora do carro. Lâmina não encosta na sua pintura.
capô
Capô inteiro, nunca meio capô. Linha de corte no meio de um painel liso junta sujeira e aparece em poucas semanas.
borda
As bordas entram envelopadas para dentro das junções. É por ali que filme mal instalado começa a descolar.
correção
Quando a medição autoriza, a correção vem antes do primeiro corte. O filme é transparente: o que ficar embaixo dele fica lá pelos próximos anos.
ambiente
Frontal, Full e Color, em ambiente fechado: partícula presa embaixo do filme não sai depois. O Essencial é o único formato que sai do estúdio — vai para a sua garagem coberta, de portão fechado, com a mesma inspeção de peça antes de cada aplicação.
fila
Um carro por vez. O prazo que a gente combina é o prazo real, sem outro carro na frente do seu.
registro
Chegada, plano, execução e resultado vão para o dossiê, com o nome do filme que entrou no seu carro.

Do primeiro contato à devolução.

Quatro etapas, sempre as mesmas, na mesma ordem. Seu carro não entra numa fila: entra num protocolo.

  1. O curador segurando o medidor de espessura, apoiado no carro, na oficina.

    01Vistoria

    Gratuita, onde o carro está. A pintura medida em mícrons com você presente, e o estado de chegada registrado antes de qualquer promessa.

  2. O curador preenchendo o plano do serviço à mão, na bancada, com a chave ao lado.

    02Plano

    Qual formato, em quais peças, com qual linha de filme e qual garantia. Por escrito. Nada começa antes do seu sim.

  3. Barra de luz de inspeção varrendo o capô preto, no escuro do estúdio.

    03Execução

    Documentada etapa por etapa, sob uma luz que não perdoa nada. Nem a nós.

  4. O curador estendendo a chave do carro, no fim do protocolo.

    04Devolução

    Dossiê completo, certificado de garantia por escrito e o selo 時.

De dono pra dono

Aqui, quem toca no seu carro tem nome.

Eu já busquei um carro pior do que deixei: trinta dias de uso, um polimento caro e bem avaliado, riscos novos na devolução. A toki nasceu dessa recusa. O primeiro carro do protocolo foi o meu — e é por isso que aqui a pintura é medida antes, tudo sai por escrito, e quem mede é quem aplica e assina o dossiê.

Jonas Silva · o curador

Jonas Silva, o curador da toki, apoiado na bancada do estúdio.
Prancha 11 Jonas Silva, na bancada do estúdio.
O curador estendendo a chave do carro, com o carro pronto ao lado, na oficina.

A película é sacrifício. A sua pintura, não.

Comece pela vistoria: a medição é sua, o plano é por escrito, e a decisão continua sendo sua depois de ler tudo.

Agendar vistoria — abre o WhatsApp em uma nova aba

Trinta segundos no WhatsApp. Sem compromisso.

Prancha 12A chave de volta, no fim do protocolo.

O que perguntam antes de decidir.

Dá para ver a película depois de aplicada?

De longe, não: o carro segue com a cor e o brilho da pintura de fábrica. De perto e sob luz rasante, a borda existe — e é por isso que o Frontal leva o capô inteiro, nunca meio capô: linha de corte no meio do painel aparece com semanas de uso. Na vistoria você vê antes onde cada emenda vai ficar.

Posso lavar normalmente?

Pode, com lavagem sem escova rotativa. A película convive com a rotina do carro; o que ela não convive é com escova de máquina — a mesma recomendação que a sua pintura já merecia antes dela.

Posso usar o carro logo depois?

Pode rodar. O que a película pede são de 48 a 72 horas de cura, sem lavagem e sem jato de pressão. Esse prazo vai escrito na devolução, junto do resto do dossiê.

A película some com o risco?

Marca rasa some com calor — é a camada superior autorregenerativa fazendo o trabalho dela. Corte fundo não regenera, mas fica NELA: o trecho se troca, e a pintura original aparece intacta por baixo. Essa diferença você ouve daqui, antes, não descobre depois.

Quanto tempo o carro fica comigo?

De cerca de duas horas, no Essencial, a alguns dias, no Full. O prazo exato do seu caso vai por escrito no plano, antes de começar — sem fila na frente do seu.

PPF ou coating cerâmico (vitrificação): qual o meu caso?

Depende do carro, do uso e da pintura. O PPF é barreira física contra impacto; o coating cerâmico (vitrificação) é camada química contra sujeira e sol. A resposta honesta sai da vistoria — e às vezes a resposta é “ainda não”: se a sua pintura não precisa, você vai ouvir isso também.

Preciso levar o carro para saber o valor?

A vistoria é gratuita e vai até você. A pintura é medida onde o carro está, e o plano e o valor exatos saem por escrito, sem compromisso.

A pintura já tem um risco fundo. Dá pra colocar película por cima?

Não, e você vai ouvir isso na vistoria. O filme é transparente: trava o que estiver embaixo. Quando a marca vive no verniz, a correção vem antes do corte; quando passou do verniz e chegou na cor, a micropintura restauradora resolve primeiro. O plano ordena as etapas, por escrito.

Agendar vistoria — abre o WhatsApp em uma nova aba

Ficha de entrada

Antes da conversa, três linhas.

O curador chega na conversa já sabendo com quem fala. Nada de robô, nada de fila.

Seus dados vão para a conversa com o curador.